Mais estranho que a ficção !!!

Em uma história de fazer inveja a qualquer escritor ou roteirista de cinema, o mafioso chefe da cidade de Bibbiano, lá na Pizzalandia – ou Itália para os mais chegados ao estatismo – criou um esquema tão macabro, que faria Stephen King lamentar em não ter pensado nisso antes para escrever um de seus romances.

Os cães de pastoreio de lá – muitos chamam de polícia – revelou um esquema de lavagem cerebral em crianças. Não. Não estamos falando naquele esquema de educação “pública, gratuita e de qualidade”. Esse tal conhecido esquema de lavagem cerebral estatal que, há várias décadas, tem moldado a mente dos bezerros de diversos currais mundiais. Esse esquema, por mais incrível que possa parecer, é de um nível de sadismo e psicopatia inacreditáveis.

De acordo com as investigações, o tal mafioso-chefe-municipal, junto com comparsas, que incluem médicos, parasitas públicos (os políticos), assistentes sociais, psicólogos e psicoterapeutas, induziram memórias falsas em crianças com o objetivo de que fossem afastadas de suas famílias e vendidas a uma rede de adoção, ao custo de milhares de papeizinhos coloridos do socialistão do hemisfério norte – que muitos ainda chamam de europa.

Sim: você ouviu isso mesmo! A máfia estatal municipal, não contente em apenas roubar o gado sistematicamente, decidiu que também queria sequestrar os seus bezerrinhos e vendê-los para lucrar. Quem disse aí que o estado não cria valor de maneira ética?

A investigação denominada “Anjos e demônios”, provavelmente, uma referência não muito feliz ao livro homônimo, começou em 2018, após a polícia receber várias denúncias de irregularidades que, inicialmente, se mostravam falsas, mas que, com investigações mais profundas, serviram para ajudar a desvendar o esquema.

O caso é o seguinte: O esquema de, no mínimo 18 pessoas, incluindo o rei do gado local, Andrea Carletti, consistia em uma rede de cuidadores que falsificava relatórios e forjava desenhos infantis, inclusive adicionando conteúdos de natureza sexual. Esses cuidadores faziam as crianças descreverem as casas de seus pais de maneira falsa a fim de inspirar os avaliadores a interpretar que eram de lares ruins, de abandono e de maus tratos e até encenavam peças com os tais assistentes sociais se vestindo de monstros para representar os pais e confundir ainda mais as crianças.

Ok. O estado, como detentor do monopólio da força física e jurídica, se dá o direito de dizer como você aí, caro senhor bovino gadoso, deve criar seus filhos. E se caso não siga as “instruções” dele – com grandes aspas! –, ele acusa os pais de que a criança estaria sendo prejudicada “em um lar tão omisso”, e então o leviatã a sequestra a e joga num depósito de crianças regido e mal-assombrado por funcionários públicos – que seria um lar “super muito mais saudável”, né? ahã! – do que a casa dos pais que não os matriculam num “centro de doutrinação estatal”, também conhecido como escola regulada pelo ministério da educação, por exemplo.

No caso em questão, aparentemente, a gangue atacava, sequestrando os filhos de famílias mais pobres. Exatamente, daqueles de que o estado tanto diz que procura proteger etc. São sempre os mais vulneráveis, os mais fáceis de manipular e de prejudicar. Geralmente, por não terem conhecimento e recursos para se defender, essas pessoas tão sofridas costumam ser o alvo principal da máfia estatal com as suas maldades.

As crianças nesses depósitos, sob o cuidado do papai estado, além do óbvio trauma de serem separados à força dos pais, ainda passavam por um pesadelo criminoso conduzido pelos que se denominam cuidadores.

Esses monstros – não dá pra chamar eles de pessoas –, chegavam até a escondiam cartas e presentes que as famílias mandavam para os seus filhos durante o período nesses cárceres, a fim de anular qualquer afeto entre suas cobaias e suas famílias.

O jornal italiano La Repubblica publicou um relato de uma garotinha que já não mais se lembrava do porquê de não poder ver seus pais.

Quando um psicólogo disse a ela:

“Mas você não se lembra que você disse que não queria vê-los? Eu me lembro disso”,

“Eu não disse isso!”, respondeu a menina.

Ele retrucou: “Sim, você disse que não queria vê-los porque estava com medo de que ele te machucasse. que ele poderia procurar vingança ou te levar embora. Você se lembra do medo que sentiu? Você se lembra agora?”, insistia o psicólogo.

Com provas forjadas e testemunhos implantados nas mentes infantis, a “lei” estatal consegue, então, de uma vez por todas, afastar os filhos dos pais. A partir daí, o terreno fica livre para qualquer plano maquiavélico que os donos do curral queiram ter.

O Capo de Pizzalandia, falando durante a cúpula do G20, lá em Pokémon-landia – também conhecida como Japão – falou assim: “Essas acusações, se confirmadas, são assustadoras e chocantes”. Pois é. Seria engraçado se não fosse trágico, ver máfias estatais se espantando com o potencial lesivo ao rebanho e maquiavélico de desumanidade de uma pra outra.

Esse nível de sadismo e maldade, realmente não é exclusividade dos contos de terror ou dos filmes. O estado consegue ser um monstro pior do que qualquer imaginação criativa de gênios, como Howard Phillips Lovecraft e Edgar Allan Poe podem conceber. Por isso, caro ruminante, proteja-se dele a qualquer custo e proteja seus filhos, principalmente cultural e intelectualmente, contra a auto-propaganda estatal.

Como, na prática, é impossível vencer o enfrentamento ao estado, nós só obedecemos para evitar punição. Por isso, jamais acredite e sempre ensine aos filhos que eles e a família toda não podem confiar sua segurança, principalmente dos mais vulneráveis, às garras venenosas e sádicas do estado.

FONTE: ANCAP.SU (VISÃO LIBERTARIA)

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