BBC diz que aquecimento global pode tornar o mundo “quente demais para seres humanos”

De acordo com reportagem veiculada na BBC, acredita-se que, nos próximos anos, milhões de pessoas podem ser expostas a uma condição chamada de “estresse por calor”, situação na qual os indivíduos são submetidos a trabalhos em lugares extremamente quentes, de forma extenuante. Tal condição pode levar até à falência de órgãos. A reportagem menciona o médico Jimmy Lee, que trabalha em Cingapura, região com altas temperaturas típicas. De forma até dramática, são descritos seus óculos embaçados e as condições de extremo calor às quais ele se submete em seu trabalho. O médico diz também como tal situação deixa ele e seus companheiros médicos “irritados e impacientes”.

A primeira pergunta que nos vem à mente, após ler a reportagem, é: a gente não já sabia disso? Que o calor excessivo causa stress e irrita as pessoas, é um fato. Mas também é um fato que o frio extremo também limita o desempenho dos indivíduos. Como frio e calor se alternam, todos estão acostumados com as peculiaridades do clima. O fato que chama a atenção, contudo, é que a reportagem tenta vincular tal condição a um “aquecimento global”, mesmo que tal termo já tenha até caído em desuso entre alarmistas – que, agora, preferem o termo “mudanças climáticas”.

Profecias alarmistas furadas não faltam: se dependessem delas, todo o gelo do Ártico já teria derretido e estaríamos debaixo d’água há muito tempo! Falar disso é chover no molhado; o alarmismo climático já está caindo em descrédito há um bom tempo porque o maior inimigo dessas narrativas é o próprio tempo. À medida que o tempo passa, as pessoas notam que aqueles eventos catastróficos previstos por “especialistas” não aconteceram. Então, esses especialistas veem que é necessário mudar um pouco a narrativa para tentar voltar a amedrontar as pessoas.

Contudo, há uma interessante correlação a se fazer entre essa nova previsão contida na reportagem da BBC e a pandemia. Trata-se, simplesmente, da utilização de um inimigo invisível e que não pode ser combatido, senão por uma “coalização de esforços internacionais”. Em um caso, é o aquecimento global; no outro, um novo vírus. Em ambas as situações, o remédio é sempre o mesmo: mais intervenção estatal.

O ponto interessante para este artigo não é a descrição do tal “estresse por calor”, mas sim a forma como se correlaciona o aumento na ocorrência de tal condição com a progressão do aquecimento global. De acordo com um estudo citado na reportagem, até 1,2 bilhão de pessoas podem ser afetadas ainda neste século por tal condição. É um número bem alarmista, você não acha? Logo me vem à mente o famigerado cálculo do número de mortes que seriam causadas pelo vírus do PCC (Partido Comunista Chinês). Chutar números assim tão altos é fácil – principalmente quando você não estará aqui para ver o cumprimento ou não de suas previsões, posto que o estudo citado anteriormente prevê o número de afetados pelo “estresse por calor” até 2100.

A estratégia é simples: citam-se problemas, reais ou não – pode ser o derretimento da calota polar, o aumento do nível do mar ou o crescimento na incidência do estresse por calor. Em seguida, apontam-se os culpados: o aquecimento global, que é causado pela emissão indiscriminada de gases de efeito estufa. Por fim, dá-se a solução: intervenção em nível global, a fim de estancar a causa e evitar o agravamento do problema. Se nada for feito, é claro, muita gente vai sofrer: trilhões de pessoas ficarão sem casas, o mar vai subir trezentos metros e afogar todo mundo, os funcionários vão ficar irritados uns com os outros, etc, etc, etc. Nada diferente do tratamento em relação à Febre de Wuhan: alarmismo e medidas de extrema intervenção, inclusive em nível global.

Algum incauto pode acabar afirmando: “De fato, essas medidas de intervenção se mostram completamente inúteis, ao longo do tempo”. Ledo engano! As medidas globalistas, ou de intervenção estatal, em quaisquer esferas, estão longe de ser inúteis; pelo contrário, funcionam muito bem! Só é preciso entender o real objetivo de tais intervenções: não se trata de refretar o aquecimento global, nem de evitar motes pelo vírus chinês. Trata-se, apenas, de colocar mais poder na mão de parasitas burocráticos, pessoas altamente perigosas, que querem controlar cada aspecto da vida dos indivíduos. Não importa se o nível de emissão de carbono aumenta ou diminui; ou se o número de infectados pelo vírus está contido. O que realmente importa é o aumento no poder das máfias estatais.

Em determinado ponto da reportagem, é citada um tal de “Global Heat Health Information Network”, grupo especializado nos perigos do calor excessivo – nas palavras do próprio texto. Tal grupo é formado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), pela agência climática dos Estados Unidos e (segure-se na cadeira) pela OMS, Organização Mundial da Stalinista. É, Sr. Bonivo-Gadoso: é a OMS tentando atrapalhar a nossa vida mais uma vez. E um dos grandes “feitos” desse “grupo especializado”, ainda de acordo com a reportagem, foi (adivinhem): elaborar diretrizes para ajudar médicos a lidar com a Febre de Wuhan!

Não dá pra dizer que é conspiração afirmar que a pandemia serviu de combustível para políticas globalistas e que visam, unicamente, aumentar o poder das máfias estatais e reduzir ao máximo a liberdade dos indivíduos. Tanto como a questão do aquecimento global, ou das mudanças climáticas, ou das “condições climáticas extremas”, o objetivo sempre foi, e sempre será, destruir a liberdade humana e concentrar poder na mão dos parasitas. Sempre que for necessário, um novo inimigo imaginário será declarado, para que se convoque, em seguida, uma “ação conjunta para minimizar os danos em nível mundial”. Ou seja, mais chicote no seu lombo, Sr. Bovino-Gadoso.

De forma nada surpreendente, a notícia termina como uma citação de Jason Lee, professor da Universidade Nacional de Cingapura: “Essa mudança climática será um monstro maior e realmente precisamos de um esforço coordenado entre as nações para nos preparar para o que está por vir.” Sim, é exatamente disso que o mundo precisa neste momento: mais intervenções políticas em nível global, para escravizar toda a humanidade em prol de um “bem maior”. Nós já vimos esse filme.

Qual será o próximo inimigo imaginário, decretado pela ONU, pela OMS ou por qualquer outra organização parasitária supranacional? Pra falar a verdade, isso não importa. Graças à informação descentralizada e distribuída, muita gente já tomou consciência de que todo esse alarmismo é apenas uma tática, uma estratégia globalista, visando mais controle e menor liberdade individual. E, como todo ser humano, no fundo, visa a própria liberdade, mais e mais pessoas estão insatisfeitas com essas medidas supranacionais. A saída dos Estados Unidos da OMS, o Brexit e outras situações apenas são um reflexo do sentimento que está se espalhando.

Os problemas existem, sim; mas não é um órgão centralizador que irá resolvê-los e sim o interesse mútuo de pessoas, direta ou indiretamente envolvidas, buscando soluções que sejam vantajosas para todos. É assim que funciona o livre mercado. Governos e organizações supranacionais nunca resolverão os problemas e as crises, porque justamente se alimentam de tais situações para aumentar ainda mais o seu poder e o controle que exercem sobre as pessoas. Crises são essenciais para a existência do estado; se depender das máfias, elas apenas se aprofundarão. O esforço dos indivíduos é a chave para a solução dos verdadeiros problemas que afligem a humanidade. E, aos poucos, as pessoas se darão conta de que está nelas, e não nos políticos parasitas, a verdadeira iniciativa na busca pelo bem da humanidade. Não foi o controle centralizado, mas sim a liberdade, que trouxe a humanidade até aqui. E será a liberdade que levará a humanidade a patamares ainda mais elevados.

FONTE: ANCAP.SU (VISÃO LIBERTARIA)

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